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	<description>Antes perdido, agora achado</description>
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		<title>Justificação pela Frequência</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 06:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Schulz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até que ponto a frequência em nossos cultos tem afetado nosso coração? Dustin Neeley traz algumas dicas para evitar o erro de medir o sucesso de um ministério pelo número de pessoas.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>
<div id="attachment_2848" class="wp-caption alignleft" style="width: 255px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/07/Neeley-Family-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-2848" title="Dustin Neeley" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/07/Neeley-Family-1-245x300.jpg" alt="Dustin Neeley" width="245" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Dustin Neeley</p></div>
<p>Matemática Eclesiástica</h3>
<p>Quando crianças, eu imagino que a maioria de nós odiava matemática – todas aquelas subtrações, adições e divisões. Todas essas são palavras que deixam os pastores nervosos. Não em espanta que os professores chamavam aquilo de “problemas”.</p>
<p>Conforme crescemos e entramos no ministério pastoral, algo miraculoso acontece e, de repente, nos apaixonamos pelos números. De fato, nós aprendemos uma matéria nova chamada “matemática eclesiástica”, que envolve batismos, orçamentos e a freqüência nos cultos de Domingo. O número de coisas que queremos contabilizar se torna quase infinito e quase divertido – isso é, contanto que os números aumentem. Mas se os números diminuem, especialmente o número de pessoas no culto de Domingo, nossa empolgação normalmente diminui junto com eles. E isso é um problema.</p>
<h3>Nosso relacionamento com a Frequência</h3>
<p>Não sou contra contar as coisas, quando se fala de igreja. O velho ditado “devemos contar as pessoas porque devemos contar com as pessoas” pode soar brega, mas é verdade. Devemos contar as coisas que são importantes para nós. Mas todos nós deveríamos que há <em>alguma coisa</em> suspeita acontecendo em nosso relacionamento com os números da freqüência dos cultos. Eu creio nisso porque, às vezes, olhamos para esses números como justificativas para nós e para nossos ministérios.</p>
<p>As equações no quadro-negro do nosso coração normalmente são mais ou menos assim:</p>
<p><em>Muitas pessoas = Sucesso visível no ministério = Estou feliz</em><br />
<em>Poucas pessoas = Fracasso no ministério = Estou deprimido</em></p>
<p>Sou o único que acha que essa matemática está meio confusa?</p>
<p>A seguir, algumas dicas para nos ajudar a esclarecer as coisas.</p>
<h3>1. Defina-se pelo o que Jesus fez na cruz, não por o que você faz nos Domingos.</h3>
<p>Apesar de sabermos que isso é verdade, normalmente falhamos em acreditar nisso quando realmente importa. Para ver mudanças acontecerem, devemos fazer o que for necessário para manter essa verdade do evangelho em nossos corações, para que ela esteja sempre à mente quando precisarmos. Conforme crescemos em nossa habilidade de usar o evangelho em nossa vida diária, estaremos cada vez mais preparados para lutar contra as mentiras do inimigo.</p>
<h3>2. Seja cuidadoso com as contagens.</h3>
<p>Como disse anteriormente, não estou dizendo para você não contabilizar as coisas. Só estou dizendo que o tratamento dado à freqüência dos cultos pode ser como uma arma de fogo – útil em algumas situações e perigoso em outras. Faça a si mesmo algumas perguntas como “<em>Por que</em> eu estou me preocupando tanto com a freqüência do culto? Por Jesus ou por mim?”. Lembre-se: nosso valor como seguidores de Jesus e pastores não está ligado ao número de pessoas que freqüentam nossa igreja, mas no evangelho pregado.</p>
<h3>3. Cuidado com sua definição de sucesso.</h3>
<p>Apesar de a nossa mentalidade “quanto mais, melhor” nos tentar a pensarmos de outra forma, uma grande multidão não significa necessariamente um grande ministério. De fato, conforme vamos estudando as Escrituras, vemos alguns pregadores “de sucesso” que nem sempre estavam cercados de grandes multidões – Isaías, Jeremias, e, muitas vezes, até Jesus. Mas ao mesmo tempo em que isso deve nos confortar, devemos ter o cuidado de não ir para o outro extremo. Pastorear igrejas pequenas não nos faz necessariamente mais fiéis, assim como pastorear grandes igrejas não nos faz infiéis.</p>
<h3>4. Seja parte da solução, não do problema.</h3>
<p>Quase todo pastor que eu conheço enfrenta esse problema. Você poderia se juntar a mim nesse serviço aos nossos pastores e não deixar que “o que você tem feito ultimamente pra atrair mais pessoas?” seja a sua primeira pergunta na próxima vez que encontrar com seu pastor? Pergunte sobre como ele tem passado, sobre sua família, ou sobre como ele tem pregado o evangelho. Fazendo isso, estamos prestando um grande serviço ao reino. Nossa justificação é o evangelho, não o número de pessoas que freqüentam nossos cultos. Onde você tem buscado a sua justificação ultimamente?</p>
<p><em>Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com</em></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Igreja local: gente pra sofrer junto</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel TC</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em nosso sofrimento, não estamos sozinhos. A igreja local está lá para sofrer junto conosco. É o que aprendemos neste breve post de Jeff Lacine, continuando a série sobre a igreja local.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3154" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/LacineFamily-281x300.jpg"><br />
<img class="size-thumbnail wp-image-3154" title="LacineFamily-281x300" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/LacineFamily-281x300-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Por Jeff Lacine</p></div>
<blockquote><p>Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha, para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. de maneira que, se um membro sofre, toos sofrem com ele&#8230; (1 Coríntios 12:24-26)</p></blockquote>
<p>Em março de 2008 minha esposa quase perdeu sua vida dando à luz a nossa segunda filha. Ela estava sofrendo uma dor insuportável enquanto os médicos tentavam rapidamente parar a hemorragia. Quatro transfusões de sangue não foram o suficiente para recuperar os três litros e meio de sangue que ela perdia.</p>
<p>Levaram-na às pressas para uma cirurgia de emergência. Eu não tinha certeza se eu chegaria a vê-la novamente, deste lado da eternidade. Enquanto eu caminhava ansioso na sala de espera com minha criança recém-nascida eu vi meu pastor entrando pela porta. Ele viajou bem mais de uma hora para me abraçar na minha dor, para orar por mim e ler uma passagem das Escrituras para mim. Outro amigo nosso veio e orou a noite toda. Dúzias de pessoas da igreja nos visitaram e nos trouxeram refeições.</p>
<p>Algumas semanas depois minha esposa teve uma perda de sangue pós-parto e precisou de mais duas transfusões e outra cirurgia. Ela levou meses para se recuperar. Foi uma época extremamente difícil para nós, mas a igreja estava lá para sofrer conosco. Nós não estávamos sofrendo sozinhos.</p>
<p>Embora os cristãos sofram, na igreja local eles sofrem juntos. Foi desta forma que Deus projetou. Da mesma forma que Cristo entrou em um mundo de sofrimento e ministrou a nós, nós também devemos entrar no sofrimento uns dos outros.</p>
<p>Sofrer com um crente é uma experiência completamente diferente de sofrer com um incrédulo. Crentes servem para nos lembrar da imutável esperança firmada na fidelidade de Jesus Cristo. Cristãos podem dividir profundamente a dor uns com os outros de uma forma que isso venha a nutrir uma imensa esperança.</p>
<p>Dê-se à igreja local para sofrer com aqueles que estão sofrendo, e permita que outros venham ficar ao seu lado em seu sofrimento.</p>
<p><em>Traduzido por Daniel TC | iPródigo | original </em><a href="http://www.desiringgod.org/Blog/2588_the_local_church_people_to_suffer_with/"><em>aqui</em></a><em>.</em></p>
<img src="http://iprodigo.com/?ak_action=api_record_view&id=3294&type=feed" alt="" />

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		<title>O que você faz com a imoralidade?</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 03:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Bello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[disciplina]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Imoralidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo, já traduzido pela Editora Fiel, Jim Elliff fala sobre a relação entre imoralidade sexual e disciplina


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3280" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/Jim11crop1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-3280" title="Jim11(crop)" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/Jim11crop1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Jim Elliff</p></div>
<p>Quando o apóstolo Paulo ouviu que havia imoralidade na igreja de Corinto, ficou perplexo. A imoralidade era tal, que até a sensibilidade do mundo pagão seria ofendida — Há “quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai” (1 Co 5.1). Todavia, a admiração de Paulo se devia, em grande parte, ao fato de que a igreja tolerou isso como um símbolo de honra. A igreja havia distorcido de tal modo o significado do amor, que se orgulhava de aceitar tais pessoas. “Contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar&#8230;?”, exclamou Paulo.</p>
<p>Este episódio revelador na história da igreja primitiva, encontrado em 1 Coríntios 5, não poderia ser mais relevante.</p>
<p>Como disse Paulo: “Não é boa a vossa jactância”. A idéia de que algumas associações de cristãos professos conduz atualmente à luta em favor de uniões de pessoas do mesmo sexo, homossexualidade no sacerdócio e outras práticas que mitigam contra a pureza sexual e os laços do matrimônio certamente evocaria a justa indignação de Paulo, se estivesse vivo hoje.</p>
<p>A igreja não é um clube de voluntários formado de pessoas de qualquer convicção ou comportamento, uma entidade sem caráter, pronta a aceitar qualquer pessoa que deseja se unir no regozijo e excitação. É uma sociedade séria que possui limites. É para aqueles que foram vivificados por Deus, confessaram essa mudança publicamente, por meio do batismo, e estão comprometidos a andar em obediência e arrependimento todos os dias de sua vida. A igreja é uma união repleta de amor, não apenas de sentimentalismo — um amor que exige santidade (2 Tm 1.9; Gl 5.13; Rm 6.1).</p>
<p>Paulo apresenta uma lista dos limites da comunhão cristã nesta passagem. Entre os que a igreja deveria remover e com os quais não se deveria associar, estava “alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador&#8230;”</p>
<p>Então, o que devemos fazer quando encontramos imoralidade dentro da igreja? Não pode haver engano quanto à resposta:</p>
<p>* Seja “tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou”.<br />
* Seja “entregue a Satanás”. (Isto significa: ao ser removido de seu meio, a igreja deixa tal pessoa no mundo e sob o controle de Satanás.)<br />
* “Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros.”<br />
* “Com esse tal, nem ainda comais.”<br />
* “Expulsai&#8230; de entre vós o malfeitor.”</p>
<p>No caso de pecados tão notórios como a imoralidade, a disciplina da igreja tem de ser imediata e decisiva. Por quê?</p>
<p>“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” é a explicação. Quanto mais o fermento permanece em uma massa de farinha, tanto mais ele se espalha. Paulo usou a festa da Páscoa, do Antigo Testamento, para estabelecer seu argumento. Naquela festa, todo o fermento era removido dos lares, visto que era um símbolo do pecado. Paulo disse que o Cordeiro pascal havia sido imolado (ou seja, Cristo fora crucificado). Como igreja, devemos celebrar “a festa” (ou seja, viver constantemente em Cristo) sem o velho fermento da maldade.</p>
<p>Paulo defende apaixonadamente a pureza da igreja. Por um lado, exercer a disciplina é o melhor para a pessoa. É realmente a única atitude amável, neste caso. Permitir que o membro de uma igreja continue no pecado é semelhante a permitir que uma criança prejudique a si mesma e a seus irmãos, sem receber correção. Mas, por outro lado, exercemos disciplina porque Deus chamou a igreja à pureza.</p>
<p>Quando um frango está podre e cheio de vermes, você não fará o melhor se colocar um frango saudável na mesma sacola? É claro que não. O frango estragado e cheio de bichos sempre deteriora o saudável; nunca ocorre o contrário. Paulo escreveu na mesma carta: “As más conversações corrompem os bons costumes”.</p>
<p>Você têm caído neste velho problema da igreja de Corinto: orgulharse da tolerância indiscriminada? Um pastor disse: “Jamais consegui levar nossa igreja a disciplinar seus membros. Hoje, existem tantas pessoas imorais entre nós, que discipliná- las causaria um grande conflito”.</p>
<p>Esta mentalidade é exatamente a razão por que tantas igrejas são ineficazes em mudar a cultura e em trazer pessoas a um estilo de vida diferente.</p>
<p>Retirado <a href="http://www.editorafiel.com.br/artigos_detalhes.php?id=200">daqui</a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O que fazer em assuntos em que há liberdade?</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 22:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josaías Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[vida cristã]]></category>

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		<description><![CDATA[John Feinber nos traz 8 testes para lidarmos com aqueles assuntos onde não há absolutos morais e existe liberdade para agir ou não.


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3274" class="wp-caption alignleft" style="width: 138px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/Feinber_John.jpg"><img class="size-full wp-image-3274" title="Feinber_John" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/Feinber_John.jpg" alt="" width="128" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">por John Feinberg</p></div>
<p>A primeira pergunta é: <strong>estou convencido de que é certo?</strong> Paulo diz (Rm 14.5,14,23) que para qualquer coisa que fizermos nessas áreas, devemos estar convencidos de que é aceitável diante de Deus. Se não estamos convencidos, duvidamos ao invés de crer que podemos fazer isto e continuar aceitáveis diante de Deus. Se há dúvida, Paulo diz, há pecado (v.23). Portanto, se há alguma dúvida, a despeito do motivo da dúvida, devemos voltar atrás. No futuro, talvez a dúvida seja removida, e então estaremos livres; porém, enquanto há dúvida, devemos nos deter.</p>
<p>Segundo, <strong>podemos fazer para o Senhor?</strong> O que fizermos, Paulo diz, devemos fazer para o Senhor (Rm 14.6-8). Fazer alguma coisa para o Senhor é fazê-la como se estivéssemos lhe servindo. Se não se pode servir ao Senhor (por qualquer razão) na realização desta atividade, devemos nos deter.</p>
<p>Terceiro, <strong>posso fazer sem me tornar uma pedra de tropeço para meu irmão ou irmã em Cristo? </strong>Muito de Romanos 14 (v.13,15,20,21) trata do cuidado a respeito do relacionamento de outro irmão ou irmã com o Senhor. Podemos ser livres para certa questão, mas ele ou ela pode não ter fé para ver que a atividade é moralmente indiferente. Se ele ou ela souber o que estamos fazendo, pode se ofender. Na medida do possível, devemos evitar ofensa nessas áreas. Isso, entretanto, não significa que devemos sempre nos deter. O conselho de Paulo em 14.22 é útil. Para aquele que crê ser livre, sua fé está correta, mas que ele a tenha diante de Deus. Em outras palavras, não precisamos ostentar nossa liberdade para os outros. É suficiente para ele e para o Senhor saber que ele pode praticar essas coisas. Resumindo, se essa pessoa realmente se importa com a caminhada de seu irmão ou de sua irmã, algumas vezes, ela se deterá, e outras vezes, exercerá sua liberdade em particular.</p>
<p>Quarto, <strong>traz paz?</strong> Em Romanos 14.17,18, Paulo diz que o Reino de Deus não é sobre as coisas que comemos ou bebemos. Pelo contrário, é sobre justiça, paz, e alegria no Espírito Santo. Portanto, os crentes deveriam lidar com esses assuntos de maneira que servisse a Cristo. Como alguém faz isso? Paulo nos instrui (v.19) a fazer o que traz paz. Certas práticas podem ser aceitáveis para alguns, mas se outros souberem dela, talvez haja um conflito. Assim, deve-se fazer o que traz a paz.</p>
<p>Quinto, <strong>edifica meu irmão?</strong> O mandamento para fazer o que edifica está no mesmo verso do comando para fazer o que traz paz (14.19).Fazendo uma justaposição dessas duas exigências, Paulo nos traz um ponto importante. Algumas atividades podem não criar um conflito com outro cristão, mas podem não edificá-lo também. Deve-se escolher atividades que tragam paz e que edifiquem.</p>
<p>Sexto, <strong>é conveniente?</strong> Em 1 Coríntios 6.12, Paulo trata da questão da liberdade cristã, e ele lembra os crentes que práticas moralmente indiferentes são todas permitidas, mas elas podem não ser convenientes. Elas podem ser inconvenientes para nós ou para nossos irmãos. Por exemplo, nenhuma lei proíbe o consumo moderado de álcool ou dançar socialmente, mas, se minha liberdade em uma dessas atividades leva um irmão a cair, é inconveniente que eu me permita. Se o ato é inconveniente, devo me recusar a fazê-lo.</p>
<p>Sétimo, <strong>me escravizará?</strong> (1 Co 6.12). Muitas atividades, valiosas e saudáveis em si mesmas, tornam-se inconvenientes se elas me dominam mais que Cristo. Como João adverte, os cristãos não devem amar o mundo, mas devem a amar a Deus (1 João 2.15ss). Não é que tudo no mundo é mau e fútil. Pelo contrário, nossa devoção e afeições que devem estar focadas, em primeiro lugar e antes de tudo, em Deus. Se é para sermos escravos de algo ou alguém, que seja de Cristo.</p>
<p>Um teste final é <strong>isso traz glória a Deus?</strong> Paulo discute a liberdade cristã em 1 Coríntios 10 e, no verso 31, ele resume sua discussão ao dizer que qualquer coisa que façamos nessas áreas deve trazer glória a Deus. Como alguém sabe se seus atos trazem glória a Deus? Podemos dizer que se respondemos negativamente a alguma dessas outras sete questões, podemos ter certeza que isso não trará glória a Deus se for realizado. Ao mesmo tempo, se a atividade é aceitável nessas outras bases, deve ser aceitável nessa base também.</p>
<p>Resumindo, a Escritura faz distinção entre ações cobertas com absolutos morais e aquelas que não são. Os crentes devem preparar suas próprias mentes (sob a liderança do Espírito Santo) quanto ao que fazer em assuntos de liberdade cristã. Preferências pessoais não devem ser impostas sobre os outros. Ao decidir o que fazer, devemos usar esses oito testes ensinados por Paulo. Cada um deve responder a essas perguntas honestamente diante de Deus. Se a decisão surge deste processo de questionamento, devemos ter a integridade para obedecer.</p>
<p><em>Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original <a href="http://thegospelcoalition.org/blogs/justintaylor/2010/08/26/eight-questions-to-ask-in-making-a-moral-decision-in-the-category-of-liberty/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+between2worlds+%28Between+Two+Worlds%29&amp;utm_content=Netvibes" target="_blank">aqui</a></em></p>
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		<title>A quem honra, honra</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 20:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iPródigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuamos nossa série sobre os 10 mandamentos explicando o que significa honrar nossos pais. Confira!


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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-3265" title="42-15655084" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/imagem11.jpg" alt="" width="700" height="235" /></strong></p>
<p>Continuamos com nossa série sobre o Decálogo, desta vez tratando do <strong>Quinto Mandamento</strong>. Será que alguém está apto a honrar pai e mãe? O que fazer quando os pais nos ordenam algo contrário à vontade do Senhor? E o que isso tem a ver com outras autoridades? Confira o que temos a dizer sobre esse assunto aqui no  <strong>Pródcast</strong>. Escute e deixe sua opinião!</p>
<p><strong>Duração:</strong> 48:52 | Aperte <strong>play</strong> ou  clique com o botão   direito em <strong>Download</strong> | <strong>Versão zipada <a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/prodcast13.zip" target="_blank">aqui</a></strong>| Excepcionalmente nesta semana, as versões em  média e baixa entrarão mais tarde</p>

<p><strong>Programação:</strong> 1ª Parte &#8211; Boas-vindas e apresentação  (0&#8242;35&#8221;) | 2ª Parte &#8211; Conversa: A quem honra, honra (3&#8242;11&#8221;)</p>
<p>Confira, ouça, comente e critique.  Queremos ouvir o que você pensa. Além disso, desejamos muito que você nos ajude a melhorar o<strong> Pródcast</strong>!  Então, esperamos seu  comentário aí embaixo!</p>
<p>Em Cristo,</p>
<p>Equipe iPródigo.</p>
<h3>Textos bíblicos usados</h3>
<p><em>Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.</em> (Êxodo 20.12)</p>
<p><em>Do mesmo modo, mulheres, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedimento de sua mulher</em><em>. </em>(1 Pedro 3.1)</p>
<p><em>Filhos, obedeçam a seus pais no Senhor, pois isso é justo. &#8220;Honra teu pai e tua mãe&#8221;, este é o primeiro mandamento com promessa:&#8221;para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra&#8221;. </em>(Efésios 6.1-3)</p>
<p><em>Pois Deus disse: ‘Honra teu pai e tua mãe’ e ‘quem amaldiçoar seu pai ou sua mãe terá que ser executado’. Mas vocês afirmam que se alguém disser a seu pai ou a sua mãe: ‘Qualquer ajuda que vocês poderiam receber de mim é uma oferta dedicada a Deus’, ele não é obrigado a ‘honrar seu pai’ dessa forma. Assim vocês anulam a palavra de Deus por causa da tradição de vocês. </em>(Mateus 15.4-6)</p>
<p><em>É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe é devido: Se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra.</em> (Romanos 13.6,7)</p>
<p><em>Os presbíteros que lideram bem a igreja são dignos de dupla honra, especialmente aqueles cujo trabalho é a pregação e o ensino. </em>(1 Timóteo 5.17)</p>
<p><em>Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães. </em>(Romanos 1.30)</p>
<p><em>Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário eu virei e castigarei a terra com maldição. </em>(Malaquias 4.6)</p>
<p><em>Castiga o teu filho enquanto há esperança, mas não deixes que o teu ânimo se exalte até o matar.</em> (Provérbios 19.18)</p>
<h3>Citados no Pródcast</h3>
<ul>
<li><strong>Trilha sonora:</strong> Relient K<em> -</em> <a href="http://relientk.com/" target="_blank">site</a> | <a href="http://www.myspace.com/relientk" target="_blank">MySpace</a></li>
<li><a href="http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=208" target="_blank"><em>Institutas</em></a>, de João Calvino</li>
<li><a href="http://www.editoramonergismo.com.br/index.php?product_id=65&amp;page=shop.product_details&amp;category_id=15&amp;flypage=flypage.tpl&amp;option=com_virtuemart&amp;Itemid=71" target="_blank"><em>Os Dez Mandamentos</em></a>, de A.W. Pink</li>
<li><a href="http://www.amazon.com/Old-Testament-Theology-Exegetical-Canonical/dp/0310218977" target="_blank"><em>An Old Testament Theology</em></a>, de Bruce Waltke</li>
<li><a href="http://iprodigo.com/traducoes/%E2%80%9Chonra-teu-pai-e-tua-mae%E2%80%9D-para-adultos.html" target="_blank">“Honra Teu Pai e Tua Mãe” para adultos</a>, de Mollie Ziegler</li>
<li><a href="http://iprodigo.com/videos/a-fabulosa-vida-de-um-adolescente.html" target="_blank">A fabulosa vida de um adolescente</a></li>
</ul>
<h3>Versões menores:</h3>
<p>Colocaremos em breve. Desculpem o atraso. :-)</p>
<p><strong>Próximo programa</strong><strong>: </strong>A vida é bela<strong><br />
</strong></p>
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