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	<title>iPródigo &#187; Graça</title>
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	<description>Antes perdido, agora achado</description>
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		<title>O presente do Evangelho</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 08:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Schulz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paul Tripp usa a história de um jovem que aconselhou para nos mostrar os efeitos da graça de Deus aqui e agora.


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3072" class="wp-caption alignleft" style="width: 239px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/paul-tripp-photo-229x300.jpg"><img class="size-full wp-image-3072" title="Paul Tripp" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/08/paul-tripp-photo-229x300.jpg" alt="Paul Tripp" width="229" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Paul Tripp</p></div>
<p>Jason sentou à minha frente com a cabeça baixa e os ombros largados, características de um homem confuso e desapontado. Não é que a vida de Jason fosse uma triste narrativa de sofrimento pessoal. Claro, ele já havia enfrentado situações difíceis, mas foram apenas situações típicas que são enfrentadas quando se vive em um mundo perturbado pelo pecado. Não é como que Jason fosse alienado e sem amigos. Ele estava cercado por um grupo de amigos menos que perfeitos, mas ainda assim muito fiéis. Não é como se Jason fosse pobre ou sem teto. Não, ele tinha um emprego comum e uma casa razoável.</p>
<p>O problema de Jason é que ele estava perdido em meio à sua própria fé. Estava cada vez mais difícil para ele conectar a beleza do que acreditava com as realidades duras e muitas vezes difíceis de sua vida diária. O problema de Jason é que ele carregava consigo um evangelho que tinha um grande furo bem no meio.</p>
<p>Jason saberia te explicar o que significava dizer que ele havia sido “salvo pela graça”, e ele sabia que passaria toda a eternidade com seu Salvador. O problema era o presente, o aqui e o agora. Dia após dia, situação após situação e relacionamento após relacionamento, Jason não levava consigo o sentido prático e vibrante do presente da graça de Jesus Cristo. Sim, Jason acreditava na vida <em>após</em> a morte, mas ele precisava desesperadamente entender a vida <em>antes</em> da morte; aquele tipo radical de vida que você vive quando entende o que Cristo te deu, a vida para qual ele te chamou para viver aqui e agora.</p>
<p>Deixe-me sugerir quatro aspectos críticos do presente do evangelho (existem mais) para os quais Jason parecia estar cego.</p>
<ol>
<li><strong>A Graça vai      destruir o que você pensa de si mesmo, enquanto te dá uma segurança quanto      à identidade que você nunca teve. </strong>A graça vai expor o seu pecado, mas não te deixará sem identidade. A graça      libertou Jason, mas ele não sabia disso, ou não vivia como se soubesse.      Não só ele havia sido perdoado e capacitado, mas agora ele também tinha      uma nova identidade. Jason estava livre de buscar em si mesmo a sua      identidade. Ele não precisava mais manter um histórico de erros e acertos,      ou do tamanho dos problemas que enfrentava.
<p>Seu potencial era tão grande quanto a graça de Cristo. Ele estava livre de      buscar em seu exterior a sua identidade. Ele não precisava mais buscar uma      identidade nos relacionamentos, posses ou aquisições. Jason estava livre      de procurar horizontalmente o que já havia recebido verticalmente.</p>
<p>Sua identidade não estava mais embasada no que ele poderia merecer ou      alcançar, mas no que ele havia recebido de Cristo. O problema era ele não      saber disso, então vivia em uma constante busca por significado e      propósito, procurando por identidade em coisas onde jamais poderia      encontrar.</li>
<li><strong>A graça vai      expor os pecados mais profundos do seu coração, mas cada falha sua com o      sangue de Jesus.</strong>Jason não precisava mais inventar desculpas, negar, racionalizar ou      minimizar seu pecado. Ele não precisava mais exercitar seu advogado      interior quando alguém apontava algum erro seu. Por causa da cruz de      Jesus, Jason podia admitir sua fraqueza e seu fracasso perante um Deus      santo e não ter medo disso. E se um Deus santo havia lhe aceitado como ele      era, por que Jason iria temer a opinião dos outros?
<p>Jesus tomou sobre si a rejeição destinada a Jason para que ele não      precisasse ver Deus pelas costas. A graça libertou Jason da necessidade de      provar para Deus, para si mesmo e para os outros a sua justiça. A      esperança e a segurança de Jason não estavam mais em sua própria justiça,      mas na justiça dada a ele por meio de Cristo. O problema é que ele não      sabia disso, então oscilava entre o medo e o orgulho, vivendo de desculpas      auto-justificantes e de defender-se perante os outros.</li>
<li><strong>A graça te faz      perceber o quanto você é fraco, enquanto te abençoa com um poder além da      sua imaginação.</strong>A graça de fato requer que você admita o quão fraco você é, mas ela não te      deixa aí. A cruz não apenas lida com a culpa do pecado, mas com a própria      capacidade de pecar ou não. Nesse mundo destruído cheio de dificuldades e      constantes tentações, Jason se sentia fraco e despreparado, e assim vivia      mais com medo e se escondendo do que esperançoso e com coragem.
<p>Jason não apenas recebeu perdão, ele foi cheio de poder; poder além da sua      imaginação (Efésios 3.20,21). O problema é que Jason não sabia disso,      então ele sucumbia às coisas que ele tinha poder para vencer e evitava      coisas que ele tinha o poder para conquistar.</li>
<li><strong>A graça vai      tirar o controle de suas mãos, enquanto te abençoa com o cuidado dAquele      cujos planos não mudam e são totalmente perfeitos.</strong><em> </em>Jason tinha      algum tipo de crença distante na soberania de Deus, mas de uma forma      totalmente afastada de sua vida diária. Ele vivia como se não tivesse a      mínima idéia de que Jesus estava sobre controle de todas as coisas para o      seu bem (Efésios 1.20-23). Assim, Jason estava constantemente tendo que      lidar com a frustração de tentar controlar pessoas e outras coisas sobre      as quais tinha pouco ou nenhum poder para fazê-lo.
<p>Ele gastava muito tempo calculando os “e se?” e se remoendo pelos “talvez      se”. Ele parecia não saber que sua segurança e descanso não seria      encontrados em sua habilidade de prever o futuro e controlar o presente,      mas no amor fiel e na grande sabedoria de seu Salvador soberano, Jesus,      logo, sua vida era muito mais de ansiedade do que de descanso.</li>
</ol>
<p>Como você pode ver, Jason não precisava de <em>mais</em> graça. Não, ele apenas precisava entender e viver sob a luz da graça que ele já havia recebido.  Jason estava com <em>amnésia da graça</em>, e assim vivia como se fosse pobre, quando a graça já o havia feito excepcionalmente rico. Ele vivia como se fosse fraco, quando a graça o havia feito forte. Ele vivia como se a vida não tivesse um plano, quando ele já havia sido incluído nos planos inalteráveis do Deus da graça redentora.</p>
<p>Jason carregava um evangelho com um imenso buraco bem no meio e, por causa disso, não vivia a liberdade, a beleza e a segurança que já havia recebido aqui e agora. E você?</p>
<p>Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com</p>
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		<title>O que é um sacramento?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Vilela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os sacramentos são realmente necessários? O que são eles? Michael Horton nos relembra a teologia do pacto aplicando-a às reuniões semanais da Igreja e nos ajuda a responder a estas perguntas.


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2986" class="wp-caption alignleft" style="width: 207px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/07/horton.jpg"><img class="size-medium wp-image-2986" title="Michael Horton" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/07/horton-197x300.jpg" alt="" width="197" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">por Michael Horton</p></div>
<p><em>[ Nota da equipe iPródigo: Nosso grupo é formado por 3 batistas e 2 presbiterianos. Assim, deixamos claro, em respeito a nossos membros e leitores batistas, que a visão de Horton sobre os sacramentos não é compartilhada por todo o grupo. Dito isso, aproveite o texto :-) ]</em></p>
<p>Alguém o convidou para um novo culto, moderno, especialmente dirigido para quem tem vinte ou trinta e poucos anos. Identificando-se como parte da &#8220;rede&#8221; emergente, o grupo não se identifica como uma igreja (porque o termo igreja, como instituição, evoca más associações). Ela não se parece com qualquer igreja, mas mais como uma grande sala, com estações diferentes para diferentes atividades espirituais. Estas estações incluem, talvez, um labirinto de oração, incenso, ícones, e um copo e um pão em uma mesa. Eventualmente, alguém começa a falar enquanto a maioria das pessoas encontra o seu lugar em sofás e cadeiras. Este não é um sermão (sermão é algo muito hierárquico!), mas é uma conversa de coração para coração, tentando &#8220;conectar&#8221; cristãos e não-cristãos de uma maneira que é &#8220;vulnerável&#8221; e &#8220;autêntica” em contraste com o pragmatismo enlatado que eles conheciam nas mega-igrejas de sua juventude.</p>
<p>O cenário que estou descrevendo pode ser encontrado em centenas de reuniões a cada domingo. Muitas são não-denominacionais, mas outras são, pelo menos informalmente, ligadas a alguma denominação. Exaustos com os cultos que consideram inautênticos, muitos desses jovens estão sedentos por mistério e transcendência. Eles querem realmente entrar em contato com Deus e não apenas satisfazer as suas &#8220;necessidades sentidas&#8221;. Seus pais gostavam de iluminação do palco; já essas pessoas gostam de velas.</p>
<p>O pressuposto nesse quadro é que, já que a fé é uma relação direta e imediata com Deus dentro de nosso espírito, as formas exteriores não têm importância. Portanto, podemos fazer o que quisermos em adoração, conquanto a doutrina esteja correta. Neste cenário, nós muito facilmente escolhemos nossos próprios &#8220;meios da graça.&#8221;</p>
<h3>Novas medidas?</h3>
<p>Apesar de podermos concordar com algumas das lutas e impulsos dessa &#8220;geração&#8221; emergente, esse movimento pode tornar-se simplesmente outro verso do velho e cansado hino que poderíamos chamar de &#8220;Um Ode às Novas Medidas.&#8221; O revivalista do século XIX, Charles G. Finney, um presbiteriano que não gostava de quase tudo que definia a fé e a prática presbiteriana, rejeitou fortemente o ensino calvinista de que os seres humanos são totalmente incapazes de se regenerar. De acordo com Finney, nós não somos salvos da justa ira de Deus e enxertados na igreja visível de Cristo por uma obra sobrenatural do Espírito de Deus trabalhando através dos meios ordinários de graça, como a pregação do evangelho e a administração dos sacramentos. Em vez disso, dizia que a conversão &#8220;não é um milagre nem mesmo algo dependente de um milagre, em qualquer sentido, mas é o resultado filosófico do uso correto de meios&#8221; (&#8220;novas medidas&#8221;, como ele chamou), o trabalho de um evangelista de sucesso é encontrar &#8220;excitação suficiente para induzir o arrependimento.&#8221; Se a salvação está nas mãos do pecador, então, a conversão dos pecadores está nas mãos do evangelista.</p>
<p>A América é um mercado do desejo, uma loja do desejo do consumidor. A vida religiosa americana do “faça-você-mesmo” é um testemunho disso. Em nossa cultura, compras é uma terapia. Nós não somos tanto como o Peregrino percorrendo o seu caminho na comunhão dos santos em direção à Cidade Celestial, somos mais parecidos com turistas individualistas saltando da banca em banca na Feira das Vaidades. O movimento &#8220;emergente” critica a falta de autenticidade religiosa, mas exibe mais do que refuta essa tese. Seu líder mais visível, Brian McLaren (recentemente nomeado pela revista TIME entre os líderes evangélicos mais importantes), além de redefinir ou desafiar as doutrinas evangélicas fundamentais, diz que aprecia a visão &#8220;sacramental&#8221; de mundo do catolicismo romano. &#8220;Quando dizemos que há sete sacramentos, podemos começar a ver tudo como um sacramento em potencial&#8221;, escreve ele. Certamente, a teologia da McLaren é diferente da de Finney. Ao contrário do reavivalismo do passado, McLaren evita a abordagem sobre &#8220;inferno de fogo e enxofre.&#8221; Entretanto, assim como Finney, ele minimiza a gravidade do pecado como uma condição da qual nada menos do que o sacrifício vicário de Cristo pode nos redimir. A teologia de McLaren pode ser descrita como &#8220;Finney-light&#8221;. E a prática não pode ser separada da teoria. Como Finney, McLaren e muitos no movimento &#8220;emergente” parecem pensar que nós podemos decidir o que constitui um “meio de graça”.</p>
<h3>Termos do homem <em>versus</em> Termos de Deus</h3>
<p>Os reformadores protestantes reconheceram que se você começar com um &#8220;evangelho&#8221; centrado no homem, você vai precisar de métodos antropocêntricos. Mesmo os sacramentos ordenados podem tornar-se meios do esforço humano, ao invés de serem entendidos como meios da graça divina. Assim como Finney olhou para as &#8220;excitações capazes de induzir o arrependimento&#8221;, Roma ofereceu várias estratégias para obter a remissão dos pecados por meio da penitência. Os reformadores, por outro lado, reconheceram a lógica de Paulo em Romanos, especialmente o capítulo 10. Nesse capítulo, Paulo diz que há duas respostas para a pergunta: Como posso ser reconciliado com Deus? Uma resposta é &#8220;a justiça que é pelas obras&#8221;, a outra é &#8220;a justiça que vem pela fé em Cristo&#8221;. Uma se baseia o nosso zelo para guardar as coisas de Deus, a outra, sobre o zelo de Deus por nós e por nossa salvação.</p>
<p>Enquanto Paulo desenvolve seu argumento no capítulo 10 de Romanos, ele reconhece que a mensagem cria seus próprios métodos. A mensagem da justiça das obras procura maneiras de subir para trazer do alto a Cristo ou maneiras de ir às profundezas para trazê-lo para cima, enquanto a justiça da fé recebe a Cristo como ele já desceu para nós e onde ele promete estar presente para nós, para nossa salvação. Para a justiça das obras, a fé vem pelo esforço, para a justiça do evangelho, a fé vem pelo ouvir Cristo sendo proclamado. Para chegar a Jesus não é preciso pegar um avião para o último “avivamento”, nem ser alcançado na última cruzada ou moda espiritual, não é preciso peregrinar, jejuar e orar por isso, percorrer um labirinto, se curvar diante de ícone, ou seguir os mais modernos &#8220;princípios para a vitória.&#8221; Cristo nunca está mais perto de nós do que quando ele está realmente se dando a nós na Palavra pregada, no Batismo e da Ceia do Senhor.</p>
<p>Imagine que um rico benfeitor lhe prometeu um milhão de dólares para que você pudesse fazer uma cirurgia necessária para salvar a sua vida. Ele diz a você para encontrá-lo em um determinado local, onde vai dar-lhe o cheque. Um amigo te dá uma carona até o local, um canto pouco auspicioso, em uma parte abandonada da cidade, onde você encontra o bar designado. “Esse não pode ser o lugar”, você pensa, enquanto olha o letreiro de néon pendendo precariamente com letras faltando. Depois de entrar, você se senta num banquinho frágil e nota que seu copo está manchado com café e batom, o pires lascado, e que o serviço é terrível. Você olha ao redor e não consegue imaginar que qualquer pessoa vagamente parecida com um milionário poderia estar entre os fregueses. Então, quando você está prestes a sair, um homem em roupas surradas vai até a sua mesa e chama você pelo nome. Quando você o reconhece, ele desliza no banco e junta-se a você para uma refeição. Então, lá ele lhe oferece o cheque e você comemora sua nova amizade. Venha conhecer, este senhor tem frequentado este bar há anos, é o seu lugar preferido.</p>
<p>Como as nações idólatras, nós procuramos por &#8220;deus&#8221; em todos os lugares altos, mas o verdadeiro Deus habita os lugares baixos, quando e onde ele se comprometeu a estar presente para distribuir os seus dons durante uma pregação e uma refeição. Nós encontramos esse Deus-por-nós na cruz, sangrando e morrendo pelos pecadores, dificilmente o tipo de &#8220;coroação&#8221; que os discípulos estavam procurando em Jerusalém. Além disso, esse mesmo Deus mostra-se precisamente onde não esperamos encontrá-lo em nossas vidas, aqui e agora. Se nós fôssemos voar até ao céu para trazer Deus até nós, isso exigiria alguns meios muito poderosos; mas Deus vem até nós na fraqueza. Nós procuramos pela rota mais inteligente, o caminho que faz mais sentido &#8220;excitações suficiente para induzir o arrependimento&#8221;, mas Deus se recusa a ser encontrado por nós em nossos termos. Ele nos encontra nos termos dele.</p>
<h3>Os Sacramentos<a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/07/pao-e-vinho.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-2995" title="pao e vinho" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/07/pao-e-vinho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></h3>
<p>A igreja de Corinto era imatura, sempre à procura de um &#8220;super-apóstolo&#8221; para revelar algo mais espetacular do que o pouco promissor ministério do fraco Apóstolo aos gentios. No entanto, Paulo demanda: &#8220;O que você tem que você não recebeu? Mas, se você realmente recebeu, por que te glorias, como se não tivesse recebido?” (1 Coríntios 4:7). Em sua segunda carta, ele escreve, &#8220;Mas temos este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não nossa&#8221; (2 Coríntios 4:7). Tal como o benfeitor na minha ilustração, o poder reside na promessa de Deus para entregar seus dons quando e onde Ele quiser.</p>
<p>Não por causa de qualquer poder inerente ou astúcia, os sacramentos são meios de graça – e  não de graça geral, mas da graça redentora. A teologia reformada há muito nos incentivou a ver todo o mundo como um teatro da bondade e providência de Deus. Um magnífico pôr do sol, um lindo concerto, o sorriso de uma criança, uma refeição maravilhosa com os amigos e o abraço conjugal são sinais de cuidados gerais de Deus para todos os que ele criou. No entanto, este cuidado se estende igualmente aos crentes e não crentes (Mateus 5:45). Enquanto a revelação geral nos lembra do poder e majestade de Deus, o evangelho pregado comunica a graça salvadora de Deus. Deus está presente em todo lugar, em tudo o que ele fez, mas ele só está presente para salvar no lugar onde ele prometeu ir ao nosso encontro. Enquanto o Grand Canyon pode nos encher de espanto, a pregação de Cristo nos enche de fé. Respondendo à pergunta: &#8220;De onde vem essa fé?&#8221;, O Catecismo de Heidelberg (Pergunta 65) responde: &#8220;O Espírito Santo produz em nossos corações pela pregação do santo Evangelho, e a confirma por meio do uso dos santos sacramentos.”</p>
<p>Mesmo que Deus possa criar e confirmar a fé quando e como ele escolher, ele só tem prometido fazê-lo através dos meios que ele nomeou. Nos sacramentos, Deus reúne os sinais (água, pão e vinho) para as coisas significadas (regeneração, o corpo e o sangue de Cristo), a fim de entregar-nos a mesma promessa do evangelho anunciada por meio de sua Palavra, para que tanto ouçamos quanto vejamos que Deus é bom! O próprio Deus condescende à nossa fraqueza, colocando o selo real de seu pacto de graça. Como Edmund Clowney escreveu:</p>
<blockquote><p>“Espalhar o significado sacramental sobre toda a criação dilui a sua força. Se tudo é sacramental, em seguida, o pão e o vinho já são sacramentos antes de sua consagração, e o mistério da Eucaristia difere apenas em grau de sacramentalidade de uma criação encarnada &#8230;. A revelação de Deus na natureza demonstra o “poder eterno de Deus e sua natureza divina” (Rm 1:20), fazendo com que toda a humanidade responda diante dele, mas a revelação especial de Deus em palavra e ação fornece os sinais do seu poder redentor&#8221; (The church, pp. 270-271).</p></blockquote>
<p>Então, devemos tentar ser mais sábios do que Deus? Sabemos como melhor receber a Cristo e todos os seus benefícios? Quando saímos tentando escalar as alturas do céu para possuir a Deus como ele é em toda a sua majestade, em vez de simplesmente recebê-lo como ele desce até nós, estamos a fazer um bezerro de ouro. Isso é adorar a Deus em nossos termos, em vez adorá-lo em seus termos, é criar uma &#8220;experiência&#8221; com Deus, que podemos administrar e controlar com nossa tecnologia espiritual ao invés de aceitar humildemente o dom que Ele promete nos dar.</p>
<p>O que quer que nos alimente com a Palavra de Deus e nos guie por sua lei é útil. No entanto, estes não são, estritamente falando, os meios de graça. Muitas coisas são exigidas como deveres na vida cristã, e muitas outras coisas, mesmo não exigidas por Deus podem ser úteis. No entanto, estes não são, estritamente falando, os meios de graça, mas os meios de discipulado. Em outras palavras, eles são os meios adequados de nossa resposta a Deus, enquanto que a pregação e os sacramentos são os meios de Deus nos alcançar. O Catecismo de Heidelberg chama oração, por exemplo, “a parte mais importante da gratidão que Deus exige de nós&#8221; (pergunta 116). Oração é indispensável para a vida cristã, assim como a comunicação o é para um casamento frutífero. No entanto, a oração é a resposta da fé, enquanto a pregação e os sacramentos criam e confirmam a fé. Como meios de graça, sacramentos comunicam algo de Deus para nós, enquanto, em todos os exercícios de gratidão e obediência cristã, nós respondemos com amor a Deus e ao próximo.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Embora haja muitas coisas que o cristão deve fazer, nada que façamos pode comunicar graça para nós mesmos. Há, naturalmente, muitas coisas que devemos fazer para receber a Palavra de Deus e os sacramentos: vestir-se, ir à igreja, passar o dia meditando sobre as riquezas de Deus em Cristo. Mas a comunicação dessas riquezas é inteiramente um ato do próprio Deus, não nosso. A boa notícia é que Deus não só criou o seu caminho para nós na vida, morte e ressurreição de Cristo, mas que Ele também já determinou seu encontro conosco nesta presente era, no Sabbath semanal. Na verdade, o meio é a mensagem. &#8220;Portanto, uma vez que estamos recebendo um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de forma aceitável, com reverência e temor. Porque o nosso Deus é fogo consumidor &#8220;(Hebreus 12:28-29).</p>
<p><em>Traduzido por Gustavo Vilela | iPródigo. <span style="font-style: normal;">Texto originalmente publicado no jornal <a href="http://www.wscal.edu/publications/index.php" target="_blank">Evangelium</a>, Vol 4, Edição 1</span></em>. (Jan/Fev 2006)</p>
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		<title>Adultério e novos começos</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 14:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Bello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Adultério]]></category>
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		<description><![CDATA[Paul Tripp explica a relação entre adultério e graça. 


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		<title>Uma necessidade contínua</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 03:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Schulz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
		<category><![CDATA[evangelho]]></category>
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		<description><![CDATA[Tullian Tchividjian nos fala sobre a constante necessidade de se falar sobre o evangelho para crentes e não crentes, pois todos necessitam da graça.


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_783" class="wp-caption alignleft" style="width: 304px"><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2009/12/Grandson.jpg"><img class="size-full wp-image-783" title="Tullian Tchividjian" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2009/12/Grandson.jpg" alt="" width="294" height="235" /></a><p class="wp-caption-text">Tullian Tchividjian</p></div>
<p>A história de Jonas nos mostra que o evangelho &#8211; as boas novas de que Deus busca os pecadores sem medir esforços para salvá-los &#8211; é tanto para cristãos como para não cristãos. A vida de Jonas é uma prova disso, pois Jonas, que conhece a Deus, obviamente necessita tanto de salvação quanto qualquer outro personagem da história. De fato, sua necessidade de resgate acaba ganhando muito mais ênfase do que que a dos outros. É a história dele, não a dos Ninivitas, que aparece mais. Só isso já deveria ser suficiente para nos convencer de que o resgate de Deus é uma necessidade contínua para cristãos e não cristãos.</p>
<p>O evangelhos não são simplesmente um conjunto de verdades que os não cristãos devem acreditar para se tornarem salvos. É uma realidade que os cristãos devem abraçar diariamente para experimentarem a salvação. O evangelho não apenas nos salva da penalidade do pecado (pela justificação), mas também nos salva do poder do pecado (pela santificação) dia após dia. Ou, como John Piper disse certa vez, &#8220;A cruz não é só um lugar passado de substituição objetiva; é um lugar presente de execução subjetiva&#8221;. Nosso pecado diário requer a graça diária de Deus &#8211; a graça que vem a nós através da obra completa de Jesus Cristo.</p>
<p>As igrejas tem estado em conflito por anos a respeito de se os cultos devem ser voltados aos cristãos (para encorajá-los e fortalecê-los) ou aos não cristãos (para atraí-los e conquistá-los). Mas esse debate e o conflito sobre ele é uma perda de foco. Estamos fazendo as perguntas erradas e assumindo conceitos errados. A verdade é que nossos cultos devem ser voltados a pecadores em necessidade do resgate de Deus &#8211; e isso inclui tanto cristãos quanto não cristãos. Já que os dois grupos precisam da intervenção de Deus, ambos precisam do evangelho.</p>
<p>Cristãos necessitam do evangelho porque nossos corações estão sempre propensos a se desviarem; somos sempre tentados a fugir de Deus. É preciso o poder do evangelho para nos direcional de volta ao primeiro amor. Caminhar conscientemente em direção ao evangelho deve ser uma realidade e uma experiência diária para todos nós. Isso significa, como Jerry Bridges nos lembra, &#8220;pregar o evangelho para nós mesmos todos os dias&#8221;. Devemos permitir que Deus nos lembre todos os dias, através de sua Palavra, sobre a obra completa de Cristo em favor dos pecadores para continuarmos convencidos de que o evangelho é relevante.</p>
<p>Eu vejo que sou especialmente necessitado de um ajuste de foco, por meio do evangelho, para me manter longe de uma constante tendência de caminhar em direção à um relacionamento de barganha com Deus. Não estou sozinho nesse caminho; Jerry Bridges observa o quão comum é isso em nosso meio:</p>
<blockquote><p>Minha observação sobre o cristianismo me revela que a maioria de nós tende a basear nosso relacionamento com Deus em nossas atitudes ao invés da graça. Se agirmos bem &#8211; seja lá o que &#8220;bem&#8221; significa para cada um de nós &#8211; então esperamos que Deus nos abençoe. Se não agirmos tão bem, nossas expectativas diminuem na mesma proporção. Nesse sentido, vivemos pelas nossas obras, ao invés de vivermos pela graça. Somos salvos pela graça, mas ainda vivemos pelo &#8220;suor&#8221; de nossas próprias obras.</p>
<p>Mais ainda, estamos sempre nos desafiando e desafiando uns aos outros a &#8220;tentar um pouco mais&#8221;. Parece que acreditamos que o sucesso da vida cristã (seja lá como definimos &#8220;sucessos&#8221;) depende basicamente de nós: nosso comprometimento, nossa disciplina e nosso zelo, com alguma ajuda de Deus ao longo do caminho. Falamos da boca para fora que somos como o apóstolo Paulo, &#8220;Mas, pela graça de Deus, sou o que sou&#8221; (1 Coríntios 15:10), mas nosso lema velado é &#8220;Deus ajuda quem se ajuda&#8221;.</p></blockquote>
<p>O reconhecimento de que meu relacionamento diário com Deus é baseado nos méritos infinitos de Cristo, ao invés das minhas obras, é uma experiência muito libertadora e confortante.</p>
<p>A diferença entre viver para Deus e viver para qualquer outra coisa é que quando nós vivemos para qualquer outra coisa, o fazemos para sermos aceitos, mas quando vivemos para Deus, o fazemos porque já fomos aceitos. Verdadeira liberdade (a liberdade que apenas o evangelho garante) é viver para algo que já nos favoreceu ao invés de viver por algo em troca de favorecimento.</p>
<p><em>Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Trecho retirado do livro &#8220;Surprised by Grace&#8221;, disponibilizado </em><a href="http://thegospelcoalition.org/blogs/tullian/2010/05/10/a-continuing-requirement/"><em>aqui</em></a></p>
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		<title>Pecadores Justos</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 13:32:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iPródigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pródcast]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste episódio, discutimos a doutrina da Justificação pela Fé Somente. Como pecadores podem ser considerados justos e recebidos por Deus, e por que é importante saber disso?


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<li><a href='http://iprodigo.com/traducoes/combatendo-o-legalismo-com-a-cruz.html' rel='bookmark' title='Permanent Link: Combatendo o legalismo com a Cruz'>Combatendo o legalismo com a Cruz</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/05/imagem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2593" title="42-15655084" src="http://iprodigo.com/wp-content/uploads/2010/05/imagem.jpg" alt="" width="700" height="235" /></a><span style="color: #800000;"><strong>Antes de você ouvir:</strong> Tivemos alguns problemas com microfone na gravação desse novo episódio. Esperamos que você tenha paciência para ouvir algumas falhas na captação e alguns sons um pouco &#8220;estourados&#8221; &#8211; afinal, decidimos colocr o episódio no ar porque achamos que vale a pena. Vamos tentar resolver isso no próximo. Deus abençoe vocês! :-)</span></p>
<p>Neste episódio do <strong>Pródcast</strong>, discutimos a doutrina da <strong>Justificação pela Fé Somente</strong>. Por que ela importante para a história da igreja? Como pecadores podem ser considerados justos e recebidos por Deus? E como essa doutrina me auxilia nas orações e na certeza da salvação? Tudo isso &#8211; e indicações, conversa e algumas piadas &#8211; você ouve aqui!</p>
<p><strong>Duração:</strong> 59:52 | Aperte <strong>play</strong> ou clique com o botão   direito em <strong>Download</strong> | Versões em média e baixa qualidade no fim   do post</p>

<p><strong>Programação:</strong> 1ª Parte &#8211; Boas-vindas, agradecimentos e   apresentação (0&#8242;32&#8221;) | 2ª Parte &#8211; Indicações  (4&#8242;04&#8221;) | 3ª Parte &#8211;  Conversa: Pecadores Justos (12&#8242;06&#8221;)</p>
<p>Confira, ouça, comente e critique.  Queremos ouvir o que você pensa: se  entendeu, se o som tá horrível mesmo e tudo mais. Além disso, desejamos muito que você  nos ajude a melhorar o<strong> Pródcast</strong>! Então, esperamos seu  comentário aí embaixo!</p>
<p>Em Cristo,</p>
<p>Equipe iPródigo.</p>
<h3>Textos bíblicos usados</h3>
<p><em>Mas agora se manifestou sem a lei a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.</em> (Romanos 3.21-26)</p>
<p><em>Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.  Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.  Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo:  Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos.  Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado. </em>(Romanos 4.4-8)</p>
<p><em>Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.  Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.</em> (Romanos 5.18,19)</p>
<p><em>Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? </em>(Romanos 6.1,2)</p>
<p><em>E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé. </em>(Filipenses 3.8,9)</p>
<p><em>Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus  sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção.</em> (1 Coríntios 1.30)</p>
<p><em>Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. </em>(2 Coríntios 5.19-21)</p>
<p><em>Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito,  para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.</em> (João 3.16)</p>
<p><em>Também foram recomendados:</em> Romanos completo, Gálatas, Parábola do Filho Pródigo, Parábola do Fariseu e Publicano</p>
<h3>Citados no Pródcast</h3>
<ul>
<li><strong>Trilha sonora:</strong> Page CXVI -<a href="http://pagecxvi.com/" target="_blank"> site</a> | <a href="http://www.myspace.com/pagecxvi" target="_blank">MySpace</a></li>
<li><strong>Indicado pelo Schulz</strong>: <em><a href="http://www.amazon.com/Doctrine-What-Christians-Should-Believe/dp/1433506254" target="_blank">Doctrine &#8211; What Christians Should Believe</a></em>, por Mark Driscoll</li>
<li><strong>Indicado pelo Gustavo</strong>: <em><a href="http://ultimato.com.br/blogs/simonton/" target="_blank">Mochila nas Costas e Diário na Mão</a></em>, por Elben César</li>
<li><strong>Indicado por Bello</strong>: <em><a href="http://www.lojafiel.net/produto.aspx?proCodigo=38" target="_blank">A Cruz e o Ministério Cristão</a></em>, por D.A. Carson</li>
<li><strong>Indicado por Josa</strong>: <em><a href="http://www.editorabatistaregular.com.br/produtos.asp?cod_produto=489" target="_blank">A Idade da Oportunidade</a></em>, de Paul Tripp</li>
<li>Teste: <a href="http://www.christiananswers.net/portuguese/q-eden/catholic-protestant_test-p.html" target="_blank">Você pensa como católico ou como protestante?</a></li>
<li><a href="http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=83" target="_blank"><em>Harmonia das Confissões Reformadas</em></a>, por Joel Beeke e Sinclair Ferguson</li>
<li><a href="http://www.monergismo.com/textos/catecismos/catecismo_heidelberg.htm" target="_blank">Catecismo de Heidelberg</a></li>
<li><a href="http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=133" target="_blank"><em>As Doutrinas da Maravilhosa Graça</em></a>, de Michael Horton</li>
<li><a href="http://iprodigo.com/traducoes/combatendo-o-legalismo-com-a-cruz.html" target="_blank"><em>Combatendo o Legalismo com a Cruz</em></a>, por C.J. Mahaney</li>
<li><a href="http://www.amazon.com/Dug-Down-Deep-Unearthing-Believe/dp/1601421516/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1273843547&amp;sr=1-1" target="_blank"><em>Dug Deep Down</em></a>, por Joshua Harris e vídeo <a href="http://iprodigo.com/videos/teologia-e-importante.html" target="_blank">Teologia é importante</a></li>
<li><em><a href="http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=565" target="_blank">Justificação pela Fé Somente</a></em>,vários autores</li>
<li>Vídeo: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xqz1Y_YRlT4" target="_blank">John Piper e Shane &amp; Shane</a></li>
<li><a href="http://www.editorafiel.com.br/detalhes_videoteca.php?id_conf=43" target="_blank">Mensagens da Conferência Fiel 2009</a></li>
</ul>
<h3>Versões menores:</h3>
<p>Média qualidade: </p>
<p>Baixa qualidade: </p>
<p><strong> </strong></p>
<img src="http://iprodigo.com/?ak_action=api_record_view&id=2588&type=feed" alt="" />

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<li><a href='http://iprodigo.com/traducoes/cristo-na-cruz.html' rel='bookmark' title='Permanent Link: Cristo na Cruz'>Cristo na Cruz</a></li>
<li><a href='http://iprodigo.com/traducoes/combatendo-o-legalismo-com-a-cruz.html' rel='bookmark' title='Permanent Link: Combatendo o legalismo com a Cruz'>Combatendo o legalismo com a Cruz</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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