4 comentários em Irmãos, não somos patinadores artísticos
Carlos Roberto
25/03/2010, 18h11
É tipo de pregação que aqui no Brasil soaria como politicamente incorreta
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Eduardo Henrique Néris
30/03/2010, 11h49
Concordo parcialmente com a idéia!
Acredito haver um enfraquecimento de idéias e doutrinas que devam fazer parte da estrutura inflexível do cristão. Por outro lado o discurso apresentado é normalmente usado por pessoas que possuem uma tendência para ira e “gostam” de pregar a verdade do evangelho sem o amor de Cristo. Sendo assim, tornan-se pedra de tropeço para os mais fracos na fé.
Deve-se ainda levar em conta a questão do distanciamento cultural – nem sempre o ambiente deste vídeo (onde são tratadas questões subjetivas e não verdades fundamentais) pode ser aplicado a nossa realidade.
Essa é minha opinião. Posso estar errado…
Concordo com essa mensagem a falta de poder de Deus tem feito os obreiros não pregarem o verdadeiro evangelho, e nem da oportunidade para ninguem pregar com medo de perder os membros, pois só preocupam com números e não com espiritualidade.
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Aline
22/02/2011, 16h08
Concordo plenamente com a questão sobre confrontar-nos com a Palavra e não transformá-La em um livro de auto-ajuda.
Mas ele usa um tom ofensivo para com a feminilidade (para a qual Deus tbm tem um propósito), como se as mulheres fossem culpadas por isso (como no caso das poltronas estofadas) e esquece o exemplo de muitas mulheres “guerreiras”..
Mas é só MINHA opinião…se servir para despertar as pessoas quanto a desejar um Deus que as sirva, é válido!
Carlos Roberto
25/03/2010, 18h11É tipo de pregação que aqui no Brasil soaria como politicamente incorreta
Eduardo Henrique Néris
30/03/2010, 11h49Concordo parcialmente com a idéia!
Acredito haver um enfraquecimento de idéias e doutrinas que devam fazer parte da estrutura inflexível do cristão. Por outro lado o discurso apresentado é normalmente usado por pessoas que possuem uma tendência para ira e “gostam” de pregar a verdade do evangelho sem o amor de Cristo. Sendo assim, tornan-se pedra de tropeço para os mais fracos na fé.
Deve-se ainda levar em conta a questão do distanciamento cultural – nem sempre o ambiente deste vídeo (onde são tratadas questões subjetivas e não verdades fundamentais) pode ser aplicado a nossa realidade.
Essa é minha opinião. Posso estar errado…
cristina da silva
23/01/2011, 10h05Concordo com essa mensagem a falta de poder de Deus tem feito os obreiros não pregarem o verdadeiro evangelho, e nem da oportunidade para ninguem pregar com medo de perder os membros, pois só preocupam com números e não com espiritualidade.
Aline
22/02/2011, 16h08Concordo plenamente com a questão sobre confrontar-nos com a Palavra e não transformá-La em um livro de auto-ajuda.
Mas ele usa um tom ofensivo para com a feminilidade (para a qual Deus tbm tem um propósito), como se as mulheres fossem culpadas por isso (como no caso das poltronas estofadas) e esquece o exemplo de muitas mulheres “guerreiras”..
Mas é só MINHA opinião…se servir para despertar as pessoas quanto a desejar um Deus que as sirva, é válido!